terça-feira, 24 de agosto de 2010

E a geração de veteranos, você conhece?


Claro que conhece! A geração dos veteranos, conhecida também pela geração dos silenciosos, estão em todas as empresas. São aqueles que nasceram no período de crise econômica (1925 - 1945) e que participaram, ativamente ou não, dos tempos de guerra (ex.: Silvio Santos). São senhores idosos bem rígidos, mas que sabem tomar decisões sob pressão, e lidam melhor com resultados que vem em longo prazo. Os mais jovens, principalmente os da geração Y, que nasceram entre 1980 e 2000, gostam de ver resultados quase imediatamente, mas são mais dinâmicos e flexíveis.

Apesar que, se olharmos por um certo ângulo parecerá que as gerações se complementam e aprendem uma com a outra, por outro lado há muitos conflitos, pessoais principalmente. Diferentes gerações, culturas e perfis sempre vão deixar ainda mais evidente a diferença entra pensamentos, opiniões e modos de agir. Porém, nós da comunicação temos o papel essencial de não deixarmos que isso afete negativamente a transmissão das mensagens que a organização quer passar. Marcelo Cuellar, do blog Na Mira do Headhunter diz que "independentemente das diferenças há sempre algumas linhas mestras: coisas em comum, valores universais, ou qualquer outro nome que possamos dar a este conjunto de “normas” ou “regras” que são valorizados ou respeitados pela grande maioria dos grupos".

Portanto, devemos procurar sempre por ferramentas eficazes que consigam alcançar o que é comum entre os diferentes grupos, gerando maior aproximação entre eles, e não mais um distanciamento e aversão. É importante que todos estejam dispostos a aprender e compartilhar com respeito, dessa forma a diversidade se torna um bom diferencial.

Leia texto completo de Marcelo Cuellar http://vocesa.abril.com.br/blog/marcelo-cuellar/?tag=geracao-y

domingo, 22 de agosto de 2010

A geração da vez






Garotas e garotos da geração Z, em sua maioria, nunca conceberam o mundo sem computador, chats e telefone celular. Por isso, são menos deslumbrados do que a geração Y com toda a nova tecnologia. Sua maneira de pensar foi influenciada desde o berço pelo mundo complexo e veloz. Diferentemente de seus pais, sentem-se a vontade quando ligam, ao mesmo tempo, televisão, computador, rádio e telefone. Outra característica essencial dessa geração é o conceito de mundo que possui, desapegado das fronteiras geográficas, para eles, a globalização não foi um valor adquirido no meio da vida e sim algo que aprenderam a conviver desde a infância.



Será que as organizações estão preparadas para lidas com os funcionários da geração Z?



Essa geração, por estar conectada à tecnologia, chega ao mercado de trabalho esperando por um mundo parecido com o seu, conctado, aberto ao diálogo e global. Cabe às empresas encararem essa mudança e irem atualizando seus negócios. Ainda dá tempo de se atualizar, de trazer essa realidade para as organizações preparando-as para chegada dos jovens e suas consequências: conflitos de idéias e culturas.



Sendo assim, a comunicação interna deve adaptar-se para receber essa geração, refletir sobre a melhor forma de transmitir as informações.

Sites Consultados:

Http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/jovens/apresentacao.html

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Geração XX+XY





A questão de gênero cada vez mais torna-se irrelevante no mercado de trabalho. As novas gerações não carregam tanto aquele ranço machista que colocam as mulheres como incapazes de atuar em altos cargos administrativos e estratégicos, e com isso, as mulheres ganham cada vez mais espaço no mundo corporativo. Segundo o Global Entrepreneurship Monitor, as mulheres são maioria no mercado de trabalho e ocupam uma fatia de 53% dele.

O mercado só ganha com esta nova leva de profissionais que pregam a bandeira do trabalho em equipe e sabem da importância dos homens e das mulheres como seres complementares e o quanto eles ganham com isso.


sábado, 7 de agosto de 2010

Geração Z

Uma geração que não falamos muito aqui foi a Z. São as crianças que nasceram a partir de 1995 até os dias atuais, uma tendência que é característica deles é a integração total com a tecnologia, como afirma Eduardo Shinyashiki (consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre Ser Treinamentos. Autor do livro Viva Como Você quer Viver, da Editora Gente. No entanto, também serão muito conectados a família como disse Sarah Newton ao escrever o artigo “Estejam prontos! Vem ai a geração Z”.Já que seus pais, maioria pertencente a geração X, ensinou a eles a tomarem decisões de forma independente e que precisam ser duros já que a “a vida não é justa”. O que os ensinou o individualismo e a rebeldia.

E ao parar e analisar o que Howe e Strauss escreveram pode se concluir, que a geração Z será mais artística, logo: emotivos, comprometidos, vão lidar bastante com conflitos internos e sentimentos de repressão. Algumas organizações já preparam suas áreas de comunicação interna para saber tratar esses futuros ou “atuais”, como veremos a seguir, protagonistas do mercado de trabalho.

No começo de agosto foi anunciada a agência de publicidade formada por crianças, idéia da agência Tudo e Yahoo para o lançamento do Big Idea Chair 2010, que é uma premiação para o mercado publicitário realizada em 13 países. O hotsite é composto por um reallity show de cinco crianças que criam campanhas integradas após receberem um briefing, tudo relacionado a ações sociais para combater os principais problemas no mundo.

O primeiro episódio

Post baseado nos seguintes conteúdos

http://br.hsmglobal.com/notas/54584-a-geracao-z-e-o-mercado-trabalho

http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2010/06/18/estejam-prontos-vem-ai-a-geracaoz/#more-2347

http://www.publicidadeyahoo.com.br/bigideachair/o-premio/o-premio.php

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Não tenha medo da geração Y na sua empresa!

A geração Y já nasceu na era digital e é por isso que muitas empresas tem certo medo e receio em lidar com ela. Don Tapscott, autor do livro “Wikinomics: como a colaboração em massa pode mudar o negócio” e outros títulos, escreve mensalmente uma coluna para a revista INFO, e acredita que a geração Y representa uma poderosa força de mudança, e por isso o medo não pode estar presente nas relações. “É importante que as empresas conheçam a cultura dessa nova geração que nasceu na era digital. Hoje, essas pessoas são adultos que estão trabalhando no mercado de trabalho, são novos cidadãos e novos consumidores. Caso contrário, haverá choques”. O autor ainda acredita que essa geração, que já nasceu com tecnologias nas mãos, sabe muito bem como utilizá-la, e proibi-los de usar ferramentas de redes sociais é um erro. “Se você acha que as pessoas estão perdendo tempo no Facebook, não é culpa da tecnologia. É questão de motivá-las. Caso contrário, elas irão para outro site, como o MySpace”, afirma Tapscott.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Mídias Sociais



As mídias sociais já fazem parte da rotina de diversas organizações. São importantes ferramentas para estabelecer um mais um canal de comunicação tanto com o público externo como os públicos externos. O uso estratégico das mídias sociais na comunicação de uma organização é uma realidade que tende a se consolidar cada vez mais com o grande crescimento da geração Y no mercado de trabalho e com a constante necessidade de adaptação de gerações mais antigas a estas tendências.

Geração Y é menos preconceituosa!

No domingo, 06/06/2010, aconteceu a 14ª edição da Parada Gay na Avenida Paulista, em São Paulo que reuniu mais de 3 milhões de pessoas, segundo a organização do evento. Aproveitando a data, se verifica que empresas em geral tem dificuldade em falar de diversidade entre seus colaboradores. De maneira geral, as empresas conquistaram avanços na igualdade para mulheres, um pouco menos para afrodescendentes e deficientes, mas sobre GLBT (sigla de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais) ainda é muito pouco discutido dentro das empresas, talvez por que seja mais difícil tratar desse assunto de forma transparente nos canais de comunicação interna das organizações.

Gerações mais novas, como a geração Y, encaram esse tema com muito mais naturalidade do que as gerações mais velhas. Portanto, o momento atual é certeiro para as empresas começarem um diálogo sobre o tema com os colaboradores mais jovens. Os tabus, preconceitos e paradigmas estão sendo quebrados em toda parte, pela TV, pela internet, pelo comportamento cotidiano das pessoas e dos movimentos populares marcantes, como a própria parada gay que aconteceu em São Paulo. Infelizmente as organizações desejando ser politicamente corretas, acabam sendo passivas e dissonantes de um movimento importante que ocorre na sociedade.

Na IBM, a diversidade está no DNA da companhia. Elaboraram uma ação de comunicação interna com excelente prática educativa. Foi criado um pequeno folder chamado: “GLBT – feche as portas para o preconceito”. Nele era explicado o que é diversidade, a política da empresa no tema, os grupos de diversidade e os termos que a grande maioria confunde. O folder foi distribuído para todos os funcionários, no meio de muitas atividades, entre elas: mesas-redondas, palestras, vários artigos nos canais de comunicação interna e muita, muita, muita conversa.

Em resumo, o primeiro passo para dismistificar GLBT é falar sobre o tema, de forma ativa, natural e transparente.

Matéria inspirada pelo post “A Geração Y é menos preconceituosa do que as anteriores?” do blog http://www.focoemgeracoes.com.br/