sexta-feira, 18 de junho de 2010

Não tenha medo da geração Y na sua empresa!

A geração Y já nasceu na era digital e é por isso que muitas empresas tem certo medo e receio em lidar com ela. Don Tapscott, autor do livro “Wikinomics: como a colaboração em massa pode mudar o negócio” e outros títulos, escreve mensalmente uma coluna para a revista INFO, e acredita que a geração Y representa uma poderosa força de mudança, e por isso o medo não pode estar presente nas relações. “É importante que as empresas conheçam a cultura dessa nova geração que nasceu na era digital. Hoje, essas pessoas são adultos que estão trabalhando no mercado de trabalho, são novos cidadãos e novos consumidores. Caso contrário, haverá choques”. O autor ainda acredita que essa geração, que já nasceu com tecnologias nas mãos, sabe muito bem como utilizá-la, e proibi-los de usar ferramentas de redes sociais é um erro. “Se você acha que as pessoas estão perdendo tempo no Facebook, não é culpa da tecnologia. É questão de motivá-las. Caso contrário, elas irão para outro site, como o MySpace”, afirma Tapscott.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Mídias Sociais



As mídias sociais já fazem parte da rotina de diversas organizações. São importantes ferramentas para estabelecer um mais um canal de comunicação tanto com o público externo como os públicos externos. O uso estratégico das mídias sociais na comunicação de uma organização é uma realidade que tende a se consolidar cada vez mais com o grande crescimento da geração Y no mercado de trabalho e com a constante necessidade de adaptação de gerações mais antigas a estas tendências.

Geração Y é menos preconceituosa!

No domingo, 06/06/2010, aconteceu a 14ª edição da Parada Gay na Avenida Paulista, em São Paulo que reuniu mais de 3 milhões de pessoas, segundo a organização do evento. Aproveitando a data, se verifica que empresas em geral tem dificuldade em falar de diversidade entre seus colaboradores. De maneira geral, as empresas conquistaram avanços na igualdade para mulheres, um pouco menos para afrodescendentes e deficientes, mas sobre GLBT (sigla de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais) ainda é muito pouco discutido dentro das empresas, talvez por que seja mais difícil tratar desse assunto de forma transparente nos canais de comunicação interna das organizações.

Gerações mais novas, como a geração Y, encaram esse tema com muito mais naturalidade do que as gerações mais velhas. Portanto, o momento atual é certeiro para as empresas começarem um diálogo sobre o tema com os colaboradores mais jovens. Os tabus, preconceitos e paradigmas estão sendo quebrados em toda parte, pela TV, pela internet, pelo comportamento cotidiano das pessoas e dos movimentos populares marcantes, como a própria parada gay que aconteceu em São Paulo. Infelizmente as organizações desejando ser politicamente corretas, acabam sendo passivas e dissonantes de um movimento importante que ocorre na sociedade.

Na IBM, a diversidade está no DNA da companhia. Elaboraram uma ação de comunicação interna com excelente prática educativa. Foi criado um pequeno folder chamado: “GLBT – feche as portas para o preconceito”. Nele era explicado o que é diversidade, a política da empresa no tema, os grupos de diversidade e os termos que a grande maioria confunde. O folder foi distribuído para todos os funcionários, no meio de muitas atividades, entre elas: mesas-redondas, palestras, vários artigos nos canais de comunicação interna e muita, muita, muita conversa.

Em resumo, o primeiro passo para dismistificar GLBT é falar sobre o tema, de forma ativa, natural e transparente.

Matéria inspirada pelo post “A Geração Y é menos preconceituosa do que as anteriores?” do blog http://www.focoemgeracoes.com.br/

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O mercado de trabalho

Após comentarmos sobre a geração X, Y e BABY BOOMERS. Hoje, vamos explicar como é a convivência entre esses diferentes grupos no mercado de trabalho. Para tanto, devemos deixar claro que o papel do profissional de comunicação mudou já que, nos 80 e 90 ele se preocupava com o jornal e eventos internos basicamente. Hoje ele influencia as estratégias da organização, transforma a cultura interna criando um ambiente de trabalho cada vez mais agradável. Como comentou Mauro Segura, diretor de Marketing e Comunicação da IBM Brasil “A IBM possui 50% de sua força de trabalho no Brasil na geração Y”, geração essa que tem a necessidade de se sentir parte, logo, uma liderança por coletividade e inclusão.

As diferenças entre essas gerações são enormes, uma admite recompensas tardias, a outra é mais revolucionária, uma busca o equilíbrio e já há aqueles que são tecnologicamente resolvidos. Portanto, a heterogeneidade é grande nos interesses, nas condutas, nas pretensões, na postura e entre outras. O que gera uma falta de entendimento entre eles. Só que a dúvida maior é: Os gestores estão capacitados para alinhar todas essas diferenças? Por isso, é imprescindível que se tenha uma área de comunicação interna estratégica bem estruturada, para compreender os interesses de cada grupo e assim alinhar com os planejamentos e objetivos da empresa. Além, de preparar a liderança e os gestores para lidar com as possíveis e impossíveis situações no mercado.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Poder e a Geração Y


Em março, a Revista Exame publicou na editoria Sete Perguntas, uma entrevista com a Caroline Marcon, pesquisadora da consultoria de recursos humanos Hay Group. Segundo ela 20% dos profissionais que atuam na alta gestão de empresas são jovens e esse número tende a crescer. Confira abaixo um trecho da entrevista:

Por que a trajetória da geração Y é mais acelerada?
Já havia uma perceção que a ascensão da geração Y está ocorrendo mais rapidamente do que a de seus antecessores. Além de quantificar o fenômeno, a pesquisa mostrou que essa evolução está ocorrendo de forma ainda mais veloz do que se imaginava.

Existem ainda muitos conflitos entre gerações?

Ainda é muito difícil para profissionais mais velhos entender como os jovens conseguem fazer tantas simultaneamente. Questionam se fazem com qualidade e comprometimento, já que por vezes estão conectadaos ao MSN, falando ao telefone, ouvindo música ao mesmo tempo que trabalham.


Não precisamos ler toda a entrevista para termos noção de quanto o profissional de Comunicação Interna deverá estar preparada para a tendência do crescimento da atuação da geração Y nas organizações, já que estes pensam e tem atitudes diferentes dos mais velhos. Além disso, com base na questão sobre os conflitos existentes entre as gerações, percebemos que o comunicador deve ser também um mediador de conflitos internos, buscando sempre harmonizar o ambiente profissional.

Deixe sua opinião sobre a atuação da geração Y !!!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Dica da semana

A coluna Gestão à Vista da revista Exame desta quinzena tem como tema o choque de gerações. Duas pessoas procuram entender a relação da geração Y e o mercado de trabalho.

Vale a leitura! Você pode conferir na revista ou, se for assinante, neste link.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Eles continuam no mercado - Baby Boomers


Eles são os nascidos até 1964, filhos dos que viveram na II Guerra Mundial. Foram educados em ambientes corporativos, por isso, têm o trabalho como a maior prioridade em suas vidas. São os responsáveis pela criação do termo workaholic (viciados em trabalho). E apesar da idade avançada, ainda possuem espaço no mercado, atuando em cargos de maior responsabilidade, tomadores de decisão e implantando processos consolidados.

Além do comprometimento com a organizações em que trabalham, os baby boomers têm como vantajosa característica a EXPERIÊNCIA profissional, visto que já enfrentaram diversas crises mundiais, com isso têm um leque de alternativas para várias dificuldades organizacionais.

Características positivas, vêm acompanhadas de uma aversão à mudança... E como eles se adaptam à Geração Y achando um absurdo a falta de laços que um funcionário possui com a empresa em que presta seus serviços?

A organização tem como meta integras as gerações, mostrar que uma tem o que aprender com a outra e que todas se completam, sem deixar com que esse preconceito entre gerações prevaleça. Em 2008 já se falava sobre essa integração. É o que demonstra o exemplo citado por Malena Martelli do comitê de gestão de pessoas da Câmara americana de comércio (Amcham):

“Se você pega o uso intensivo de tecnologias avançadas, um Boomer tem mais dificuldade que um jovem da Geração Y. Esse jovem precisa entender que isso é um diferencial pode agregar muito na convivência entre eles. Mas também é importante o Boomer entender que ele tem essa limitação e tentar resolver, buscar formas de compartilhar, ou fazer trabalhos compartilhados. Se ele perceber que aquilo é uma qualificação que ele tem e que isso o diferencia de uma forma positiva e se oferecer para cooperar com um Boomer, por exemplo, ele pode abrir esse canal. Mas para isso ele precisa respeitar o Boomer e não vê-lo como um dinossauro que não entende nada. O mesmo vale para o outro lado. Um boomer tem toda uma maturidade psicológica, que tem anos de vida, de janela... se ele consegue passar para o Y a percepção de que ainda lhe falta anos de vida e de experiência, ele conseguirá que ele o veja como referência. Eu acredito que o entendimento das suas diferenças e a busca da integração das qualidades pode favorecer um ambiente mais saudável e mais gostoso dentro das empresas.”

Veja entrevista completa em: http://www.memes.com.br/jportal/portal.jsf?post=4236

A comunicação tem que perpetuar a igualdade e o trabalho em parceria, para que Baby Boomers, Geração X e Y trabalhem de forma integrada e com valorização aos seus parceiros.